




Reestruturação de um conjunto de 4 edifícios implantados num espaço verde às portas de Paris. A amplitude das obras de arquitetura incluiu, entre outros, a modificação das fachadas, das coberturas e de todos os lotes técnicos.
A arquitetura de interiores interveio na conceção dos novos átrios de entrada, de um auditório com 216 lugares (modulável em 2 salas), dos patamares dos elevadores e das instalações sanitárias.
Duas ideias-força: verticalidade e unidade.
A verticalidade é dada por um ritmo irregular de fendas luminosas que jogam entre cheios e vazios, criando assim uma impressão de movimento.
A unidade do projeto é expressa pela utilização de carvalho escovado tingido, inox acetinado e vidro lacado. A combinação destes dois princípios, aplicada aos espaços comuns em todo o local, traz uma coerência entre sobriedade e elegância intemporal.
Dois imperativos para um auditório: acústica e visibilidade. Assim, nas paredes, a malha kiwi em inox esticada torna impercetível a lã de rocha utilizada como material de absorção acústica.
O teto, concebido em Mono-Acoustic, integra longas fendas com iluminação embutida para evitar qualquer encandeamento. Dependendo da posição do visitante, o reflexo da luz na malha cria um efeito de movimento. A escolha das cadeiras Pitagora proporciona um conforto de assento ótimo.